Com a entrada em vigor da Reforma Tributária a partir de 2026 e o fim gradual do ISS (Imposto sobre Serviços), os municípios brasileiros precisam se reinventar para manter o financiamento de políticas públicas essenciais. Nesse cenário, os consórcios públicos surgem como uma das principais alternativas de governança colaborativa para enfrentar os desafios fiscais que se aproximam.
Especialistas em gestão pública têm defendido os consórcios como instrumentos viáveis para promover compras públicas compartilhadas, redução de custos operacionais e representação política regional Correio Paulista — especialmente em um momento em que os orçamentos municipais estão sob forte pressão.
Para municípios de pequeno e médio porte, como os que integram o CIVARIO, a atuação consorciada representa não apenas economia, mas também capacidade técnica e institucional para continuar entregando serviços de qualidade à população, independentemente das mudanças no cenário tributário nacional.

